Única marca de produtos de beleza 100% orgânicos do Brasil sugere que as mulheres abandonem a química e busquem alternativas saudáveis para colorir os cabelos e assumam a naturadli.

Praticar o desapego quanto o assunto é beleza não é uma tarefa fácil para ninguém, principalmente para as mulheres. A indústria de cosméticos investe pesado em pesquisas para que os produtos sejam cada vez mais eficazes contra o envelhecimento e marcas de expressão.

Porém, uma grande parcela das pessoas que usam produtos químicos, principalmente nos cabelos, perceberam que correm um grande risco e encontraram no conceito “Slow Beauty”, termo que traduzido para o português seria mais ou menos a “Beleza sem Pressa”.

No caso da pele e cabelos, os efeitos colaterais aparecem diretamente no couro cabeludo. As colorações químicas, a realização de procedimentos agressivos como as progressivas e a falta de informação são refletidas em alergias e coceiras que não aumentam a cada ida ao salão de cabeleireiro.

“Sabemos que os componentes químicos usados na fórmula dos produtos convencionais auxiliam no objetivo proposto, mas acabam interferindo na saúde de outra forma, muitas vezes trazendo efeitos colaterais como alergias, seborreia, queda de cabelo e outros”, explica José Neuro Turcatto, gestor da marca italiana de cosméticos orgânicos Philip Martin’s no Brasil.

Apesar do investimento, a indústria de cosméticos vem perdendo público para o conceito “Slow Beauty”, movimento que começou nos Estados Unidos e que preza pelo cuidado e tratamento por meio de produtos alternativos, menos agressivos. como os orgânicos e naturais. Da mesma forma como vem acontecendo com o setor de alimentos, com o “Slow Food” e posteriormente com o mercado têxtil, que adotou o termo “Slow Fashion”.

“Queremos mostrar para esse público que cansou de sofrer com os problemas capilares e que buscam alternativas para tratar os cabelos sem prejudicá-los. Quando elas percebem que o custo benefício de utilizar produtos saudáveis vale muito a pena, abandonam a química. Muitas pessoas já fazem receitas caseiras para tratar da beleza. Nosso diferencial é que nós já temos os produtos prontos e produzidos com alto padrão de qualidade. Temos um catálogo de mais de 90 produtos disponíveis no Brasil já autorizados pela Anvisa”, ressalta Turcatto.

Outro ponto que chama atenção no conceito é que o “Slow Beauty” prega a utilização de produtos orgânicos. Nesse sentido A Philip Martin’s está na frente porque os cosméticos não são produzidos em pequenas escalas. São mais de 80 salões em 30 países que já trabalham a saúde capilar como tendência e estilo de vida.

Ainda segundo o empresário, o conceito “Slow Beauty” casou perfeitamente com o a proposta do salão Philip Martin’s que trabalha com o conceito orgânico no Brasil desde 2014. Atualmente a Philip Martin’s conta com dois salões próprios, Curitiba (PR) e Campinas (SP), além da concessão de utilização dos produtos da marca em um salão recentemente inaugurado em Goiânia.

“É um ganho porque no “Slow Beauty”, a filosofia indica que os produtos seja produzidos em com receitas caseiras. Já a Philip Martin’s trabalha com uma linha completa de produtos. nada é para ontem. Nosso trabalho é realizar tratamentos capilares sem química. Os produtos são todos produzidos a base de produtos naturais e quem adota o a ideia não larga mais porque entende que os procedimentos químicos fazem muito mal para a saúde”, acrescenta o empresário.

O conceito Slow Beauty é uma tendência mas a falta de informação de como produtos alternativos podem melhorar a qualidade de vida precisa ser muito trabalhado. “Já estamos no caminho certo. O número de clientes que procura o salão têm crescido consideravelmente, pois as pessoas estão descobrindo que alguns problemas de saúde estão diretamente ligados aos cosméticos tradicionais e seus altos níveis de componentes químicos”.

“Em quatro anos de Philip Martin’s no Brasil, vimos como o cabelo da mulher brasileira está mal tratado. Uma grande parcela de clientes que nos procuram é para procedimentos de colorações. O problema é que muitas vezes o cabelo já chega danificado pelas colorações tradicionais. É aí que entra o trabalho de recuperação capilar”, finaliza.